Episódio 1 — O Que o Audiovisual Pode Fazer Pela Arte?
- Admin

- 24 de set. de 2025
- 2 min de leitura
✦ Quando a cidade se vê: o cinema, os arquivos e a tela como espelho da memória
Em Joinville, a arte tem respirado por todos os poros — nas salas de exposição, nas escolas, nos bairros e, sobretudo, nas telas. Este texto inaugura uma série de conteúdos inspirados nos projetos da Galeria 33, onde o audiovisual não é apenas um meio de registro, mas um território de criação, memória e transformação.

A imagem em movimento como experiência sensível
As mostras de cinema do Joinville+CULT e do Respirarte provaram que o audiovisual pode se tornar uma poderosa extensão da arte. As sessões com obras como Marte Um, Oração do Amor Selvagem e curtas-metragens do JIFF aproximaram o público de narrativas plurais — e muitas vezes invisibilizadas — por meio de uma linguagem acessível, emocionante e provocativa.
Mais do que exibir filmes, essas ações promoveram experiências coletivas, com música ao vivo, debates e conexões com o conteúdo expositivo. As salas escuras se tornaram pontos de encontro entre o olhar artístico e o cotidiano do público.
“O cinema, quando entra em uma galeria ou escola, carrega uma potência de afeto, memória e pertencimento que poucas linguagens alcançam” — comenta Katiana Machado, curadora do projeto.


Podcast, QR Codes e vídeo: quando o digital amplia a experiência
Tanto o Respirarte quanto o Joinville+CULT adotaram recursos digitais e audiovisuais para ampliar o acesso e aprofundar a experiência. Podcasts com artistas e curadores, vídeos com trilhas originais, QR Codes nas exposições e tablets nas ações educativas tornaram a arte mais acessível — inclusive para públicos com deficiência ou em situação de vulnerabilidade social.
Nas oficinas, o uso da realidade virtual e dos fones sem fio permitiu que os participantes mergulhassem em universos poéticos, ampliando as formas de fruição artística.
Escute nosso podcast em https://open.spotify.com/show/5Fd3zeqbbykeGNty9i4tXh




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